A jornada para 2026 parece longa e incrivelmente curta, especialmente quando você...
⚡ Principais Pontos
- Aqui estão os que estou observando de perto, sabendo que 2026 será o canto do cisne deles na Copa do Mundo:
- Esses caras não estão apenas jogando por orgulho; eles estão jogando por seu lugar no panteão, por aquela imagem final e indelével.
Aqui estão os que estou observando de perto, sabendo que 2026 será o canto do cisne deles na Copa do Mundo:
A Última Batalha por Chuteiras de Ouro e Maestros do Meio-Campo
Vamos começar com o óbvio. Lionel Messi, completando 39 anos durante o torneio. O que mais ele precisa? Ele ergueu o troféu no Catar, finalmente. Ele marcou sete gols, incluindo dois na final, e conquistou a Bola de Ouro pela segunda vez, o único jogador a conseguir isso. Seus cinco gols na Copa do Mundo de 2022 elevaram seu total para 13, superando Gabriel Batistuta como o maior artilheiro da Argentina na competição. Ele já detém o recorde de mais partidas de Copa do Mundo disputadas, com 26. Ele é, sem dúvida, o maior de todos os tempos, agora com o prêmio máximo. Então, por que voltar? Porque ele é Messi. Porque mesmo aos 39, ele ainda será o melhor jogador em campo na maioria dos dias. A Argentina se construirá em torno dele novamente, e ele buscará a história, talvez adicionando mais um forte desempenho aos seus oito prêmios Ballon d'Or. Talvez ele apenas queira aproveitar uma última vez sem a imensa pressão de *precisar* do troféu. Acho que ele desempenha mais um papel de criador, um armador recuado, escolhendo seus momentos. Ele vai querer cimentar seu legado não apenas como um vencedor, mas como um jogador consistente em cinco ou até seis Copas do Mundo.
Depois, há Cristiano Ronaldo, que terá 41 anos. Quarenta e um. Pense nisso por um segundo. Sua Copa do Mundo de 2022 terminou de forma melancólica, no banco de reservas nas fases eliminatórias, muito diferente do jogador que marcou um hat-trick contra a Espanha em 2018. Ele se tornou o primeiro jogador masculino a marcar em cinco Copas do Mundo diferentes quando converteu um pênalti contra Gana no Catar. Ele tem oito gols em Copas do Mundo no total, distribuídos em 22 aparições. Sua carreira em clubes tomou um rumo bizarro para a Arábia Saudita depois do Manchester United. Para Ronaldo, 2026 é puro legado. É uma chance de mostrar que ele ainda pode competir, mesmo em um papel reduzido. Ele venceu a Euro com Portugal em 2016. A Copa do Mundo é o único grande troféu internacional que falta. Ele precisa disso para completar sua história? Objetivamente, não. Ele já é uma lenda. Mas ele *quer*. Ele vai querer provar que os céticos estão errados uma última vez. Minha aposta? Ele sai do banco, marca um gol crucial e se despede com um momento de glória, não de frustração.
Luka Modric, o maestro croata, terá 40 anos. Ele levou a Croácia à final em 2018, ganhando a Bola de Ouro, e depois às semifinais em 2022, vencendo o Brasil no caminho. Sua visão, seus passes, sua capacidade de ditar o ritmo em sua idade são simplesmente absurdos. Ele tem 18 jogos em Copas do Mundo. Ele continua desafiando o tempo no Real Madrid também, ganhando cinco títulos da Liga dos Campeões. Para Modric, 2026 é sobre uma última e bela dança no meio-campo. Ele vai querer provar que a campanha da Croácia não foi um acaso, que sua geração de ouro ainda tem um pouco de magia. Ele não precisa de um troféu da Copa do Mundo; seu lugar na história está seguro. Mas ele vai querer deixar a seleção croata em uma posição forte, talvez orientando a próxima geração no maior palco.
Luis Suárez, 39, o rei uruguaio da mordida, ainda joga com aquela intensidade feroz. Sua história na Copa do Mundo é selvagem: o handebol contra Gana em 2010, a mordida em Chiellini em 2014, o gol anulado contra Gana em 2022 que mandou o Uruguai para casa. Ele tem sete gols em Copas do Mundo em quatro torneios, incluindo dois contra a Inglaterra em 2014. Ele venceu a Copa América em 2011 com o Uruguai. Ele ganhou tudo em nível de clube. Para Suárez, 2026 é sobre uma última chance de ser um herói, não um vilão. Ele vai querer marcar gols, liderar o ataque e talvez ajudar o Uruguai a ter uma campanha mais profunda do que na memória recente. Um troféu da Copa do Mundo seria a redenção máxima, mas mesmo uma forte campanha de gols seria um final adequado para um dos atacantes mais polarizadores de sua geração.
Os Veteranos em Busca de um Tipo Diferente de História
Robert Lewandowski, a máquina de gols polonesa, terá 37 anos. Ele finalmente marcou seus dois primeiros gols em Copas do Mundo em 2022, após uma longa espera. Ele tem 18 gols em 148 jogos internacionais, o maior artilheiro da Polônia de todos os tempos. Ele ganhou tudo com o Bayern de Munique, quebrou inúmeros recordes da Bundesliga. Mas a Copa do Mundo sempre foi um osso duro de roer para a Polônia. Para Lewandowski, 2026 é sobre liderar sua nação o mais longe possível. Ele não tem o elenco de apoio para realmente competir, mas ele vai querer deixar sua marca, talvez levando a Polônia a passar da fase
